Os 5 sentidos e sua importância para os seres humanos
O que você sente? Vamos planejar juntos. Sente fome, sono, cansaço, frio e calor? Orgulho, satisfação, amor e consideração pelas pessoas?
Sente também a brisa do vento batendo no rosto? Hum...agora estamos chegando mais perto! Todos aqueles mais acima são sentimentos bastante comuns a todos. No entanto, hoje vamos falar das sensações. De tudo que é sensorial. Qual é a relevância dos 5 sentidos? Vamos começar a usar a visão para descobrir?
O papel dos sentidos na sobrevivência: visão, audição, olfato, paladar e tato como mecanismos essenciais para perceber o ambiente
Hoje você deve fazer uso dos seus sentidos de maneira automática. Muitas vezes acionando-os simultaneamente. Provavelmente seja difícil registrar como foi sua exata experiência da descoberta. Então, tente projetá-la observando qualquer bebê. Veja como a sua curiosidade percebe tudo aquilo que o cerca, por meio dos sentidos.
Podemos dizer que os sentidos traduzem e sintetizam uma grande parte do que é essencial para a nossa sobrevivência:
- Enxergar e analisar nosso entorno
- Escutar emissões de ondas sonoras (dentro da nossa capacidade)
- Sentir odores solicitados e/ ou contrabando
- identificar sabores e características dos alimentos
- Tocar, manusear e manipular qualquer forma de matéria
Integração sensorial: os sentidos não funcionam isolados, mas se complementam para formar experiências completas
Vamos imaginar uma experiência gastronômica, por exemplo. Caso você vá cozinhar, todos os sentidos já começam aflorar no planejamento e escolha dos ingredientes, com a visualização criativa no comando. A visão de cada tempero, leguminosa ou proteína escolhida, o tato ao manipulá-los, a audição do borbulhar no momento de refogar e o olfato pela receita tomando corpo na mistura dos alimentos.
Além do paladar, com aquela provadinha no decorrer do processo e também no grand finale: degustar o prato. Isto vale igualmente para situações de sobrevivência ou perigo. Nossos sentidos disparam o sinal de alerta quando necessário, trabalhando em conjunto pela nossa proteção. Ao menos, oferecendo chances de ocorrência diante da ameaça.
Saúde e qualidade de vida: impacto da perda ou alteração de um sentido e a importância da prevenção
Retire uma perna de uma mesa. Ainda pode manter-se de pé, mas não será a mesma coisa, a mesa tende a ficar bamba. Já para um ser humano, o resultado pode ser semelhante. Mas com algumas particularidades. Pense na perda de alguns dos sentidos, esta é a realidade de milhares de pessoas pelo mundo, com limitações, sendo as visuais e auditivas as de maior recorrência, por conta de deficiências.
Estes indivíduos acabam por desenvolver maior poder e sensibilidade em seus outros sentidos, o que reforça o conceito de complementaridade: ocorre uma transferência daquela energia não utilizada. Ao mesmo tempo, devemos considerar que essas limitações podem prejudicar sensivelmente a rotina de uma pessoa.
Dispositivos eletrônicos, aparelhos auditivos e lentes corretivas ajudam a amenizar os efeitos negativos. Sabemos que algumas condições são congênitas. Outras, causadas por acidentes. Porém, o que pode ser feito para prevenir que ocorram por descuido e maus hábitos?
Veja abaixo.
Hábitos saudáveis para preservar os sentidos
Quer dizer que um estilo de vida equilibrado traz, além de todos os benefícios já conhecidos, saúde e longevidade para os sentidos? Sim! De que maneira? Alguns hábitos que você já conhece; manter uma boa saúde integral certamente passa por uma rotina de exercícios físicos adequados à condição específica de cada indivíduo, além de alimentação nutritiva e variada.
E os vícios? O tabagismo, seguramente, deve ser riscado. De início, altera o paladar, diminui o olfato e causa diversos males para a língua e a boca. O que mais?
Praticar uma medicina preventiva:
- Visitas periódicas ao consultório médico + exames regulares
- Prestar atenção a sinais de alerta:
- Dificuldades de visão, sobrecarga excessiva e dores de cabeça constantes
- Infecções respiratórias persistentes e sensação de olfato alterado
- Dores de ouvido, diminuição da capacidade auditiva e sensibilidade aumentada a ruídos corriqueiros
- Alteração na percepção de gosto, doenças bucais diversas e desconforto na região
- Perda de força das mãos e sensibilidade (calor e frio anormal) na pele
Como e estimular proteger os sentidos melhora memória, cognição e qualidade de vida
Os nossos sentidos são responsáveis e participam de todo momento da nossa jornada. Desde a rotina diária e o lazer, até nas graças mais especiais.
Portanto, por que não cuidar e proteger seus órgãos sensoriais?
- Óculos de sol - contra o sol e a claridade excessiva (lentes mais claras para ambientes de cerração e neve)
- Proteção auricular - para funções de trabalho/onde o limite de decibéis é nocivo: obras, concertos musicais, fábricas etc.
- Máscaras e outros EPIs contra fuligem, resíduos químicos, poluição, ambientes insalubres - operários e outros trabalhadores industriais
- Luvas - funções, relacionadas com produtos químicos e condições de clima extremo em geral
Evite também consumir alimentos e líquidos quentes e/ou frios. Mas e além dos cuidados físicos, como posso alcançar qualidade de vida? Desafio é a palavra-chave.
Atividades que ativam e estimulam as funções executivas e cognitivas, em conjunto com a coordenação motora, foco, intelecto, atenção e criatividade, formam uma ligação direta com todos os sentidos.
Veja aqui:
- Leitura, desenho e pintura
- Jogos de memorização, quebra-cabeças e quizzes
- Esportes diversos
- Encontros sociais, grupos de interesses e viagens turísticas ou de lazer
- Aprender idiomas e instrumentos musicais
- Cozinhar e testar novas receitas
Apenas relaxe e relaxe, isto também descansa, recompõe a memória e ajuda a combater o estresse e a ansiedade, portas de entrada para disfunções e doenças.
Tecnologia e sentidos: inovações que simulam, ampliam ou substituem percepções sensoriais
Como os avanços tecnológicos atuam nos sentidos e sensações? Há muito tempo que os aparelhos de audição são usados. Com a evolução, os modelos mais modernos trazem conexão com seus dispositivos favoritos e funções avançadas por IA, como adaptação ao ambiente com foco na fala e cancelamento de muitos ruídos.
Existem aplicativos de operadoras de seguros específicos para PCD - pessoas com deficiência, cujo objetivo consiste em compreender os sons de uma música. Como? Traduzindo as melodias em forma de vibração, ao encostar o smartphone no corpo. Pura sensibilidade. Devolver ao menos parte da visão aos deficientes é um desafio ambicioso que envolve implantes (retina, córnea sintética e proteção), chips, óculos com câmera e outras técnicas.
Os resultados ainda são rudimentares, mas são capazes de provar noções de espaço, melhor movimentação e familiaridade com objetos e material escrito. O segredo está na integridade dos neurônios do tecido envolvido em cada paciente. Não podemos deixar de citar os óculos de realidade virtual (VR), da categoria dos chamados dispositivos vestíveis.
Estes, são simuladores potentes para experiências imersivas em geral, treinamentos profissionais e atualização de cirurgias, educativos, jogos, vídeos em rotação de 360 graus e filmes no cinema — 3D, 4D e outros.
E ainda, objetos como caixas com texturas e cheiros variados, além de tapetes sensoriais, a fim de provocar estímulo dos sentidos em pessoas em reabilitação. Seu uso também é bastante comum para bebês e crianças pequenas. Os sentidos escorrem nos guiam e podem proporcionar histórias em sua plenitude, como vivenciar a Natureza: uma paisagem deslumbrante, o cheiro de terra úmida, os filhos de pássaros, sentir a água da cachoeira pelas mãos…até degustar uma fruta direto do pé. Há ainda aqueles que se gabam por possuírem alguns genes mais evoluídos, pela capacidade de sentir — com o olfato mais apurado — quando há uma barata no ambiente.
Brincadeiras à parte, é uma grande controvérsia. Entretanto, temos uma certeza: podemos influenciar na qualidade e no bom funcionamento de nossos sentidos. Que tal valorizá-los e ao mesmo tempo, todas as belas experiências que encontramos?
“ESTE TRABALHO É EDUCATIVO E NÃO SUBSTITUI AS ORIENTAÇÕES E RECOMENDAÇÕES MÉDICAS”
